
Já ouvi esse álbum várias vezes, mas hoje ele está soando incrivelmente lindo, apropriado, maravilhoso.
Dádiva
No dia em que meu peito sente que alguém merece uma canção, é essa a canção que eu quero cantar.
Gracias a la vida
Gracias a la vida que me ha dado tanto.
Me ha dado el sonido y el abecedario,
con él las palabras que pienso y declaro:
madre, amigo, hermano, y luz alumbrando
la ruta del alma del que estoy amando.
Relaxada mas alerta
Ou ainda: a mente quieta, a espinha ereta, e um coração tranqüilo.
“Memória é uma velha louca que guarda trapos coloridos e joga comida fora”
Austin O’Malley.
(Achado do Wolfie, devidamente exibido no blog da Stella his starlight)
Futuras grandes invenções (I)
Exame de sangue para paixonite aguda.
Computer rage
Se eu passo pelo caminho, ele também passa por mim.
Mutação, fluidez.
Vamos celebrar
Que o experimento tá dando certo, que o mundo e eu somos um, que eu estou feliz, que o frio não tá exagerado, que eu tenho uma câmera digital, que eu tenho um anel de veneno, que eu tenho uma roommate carioca que me empresta coisas, que eu descobri um bom motivo para ser mais organizada, que a minha irmã tá chegando, que a minha festa de aniversário já é um sucesso uma semana antes, que o meu Natal também vai ser bárbaro, que o meu cabelo tá super comprido, que eu tô com fome mas não tô chatinha, que vim de carona pra casa e não tive que andar de salto, que eu consigo falar o que penso e já vou desaprender a apanhar calada, que eu tenho uma mãe que reza por mim de hora em hora, que eu tenho um pai que morre de saudade das minhas ligações, que eu vou ao Brasil algum dia, que eu existo.
Motivos bastantes e suficientes.
