Outro dia estava trocando de canal (frase pra certificar o leitor de que não, eu não assisto a esse programa regularmente) e parei na Vila Sésamo (mas sei o endereço deles…). Estava passando o R.E.M., eles estavam cantando com um monte de fantoches. Era uma versão de Shiny Happy People, mas se chamava Furry Happy Monsters. Muito engraçado, confiram!

Meu amigo ogro mudou de casa. É isso aí, Dudu, do pântano para o mundo!

Ontem assisti a um filme com a Minnie Driver. Eu queria tê-la dentro de uma caixinha, pra de vez em quando dar corda nela e ouvir aquela risada e aquele sotaque…

Ultimamente a mídia tem discutido incessantemente a questão da adoção por casais homossexuais. O assunto ficou em evidência depois que o estado da Flórida resolveu proibir isso e a Rosie O’Donnel resolveu se pronunciar publicamente sobre sua orientação sexual. Ela tem três crianças adotadas. Eu fico passada. Pra mim não tem nem o que discutir, caramba!

Hoje vi um talk-show onde o sujeito da “Associação da Família de Michigan”, obviamente contra esse tipo de adoção, falou que a lei tem que ser ainda mais restritiva, pois “o lar ideal para uma criança é composto por um pai e uma mãe, casados”. Atualmente uma mulher solteira, por exemplo, pode adotar uma criança, mas não se tiver um namorado. E se ela adotar a criança e o namorado for viver com ela, eles suspendem a guarda da criança.

Então tá. Quem aí é heterossexual, casado, e está a fim de adotar uma ou mais crianças sem ligar pra raça, idade ou estado de saúde levanta a mão.

30 graus, um sol de rachar a cuca, um dia lindo e passarinhos cantando. Agora, sim!