Olha eu com medo da festa!

Minha festinha de Natal para expatriados perdidos está só crescendo, temos até o momento 16 convidados. Eu acho que eu vou ficar louca!

Também, se der certo nunca mais reclamo de não ser boa anfitriã!

Eu sei que eu já estou enchendo o saco com a história do francês, mas deixa explicar: é um desses assuntos que saem em uma conversa e eu me prometo que vou pesquisar.
Por que diabos em francês se diz oitenta como “quatro-vinte”? Eu tinha lido algo sobre isso há um tempo, mas não me lembro onde. O máximo que achei agora foi este texto, que não esclarece muito. Estou achando que a explicação que vi antes era algo assim: o homem começou a contar com os dedos (a maioria das pessoas tem 10) e parece que os povos ali daquele pedaço da Europa usavam os do pé também, por isso o sistema numérico deles tinha base 20. Faz sentido??
Se alguém tiver mais informações, manifeste-se, por favor.

PS: Meu chute não explica o “sessenta-dez”…
PPS: Este parece ser um caso para o super-Pedro-Dória

Ou, como disse o Gastón: 30, mas com 10% de desconto.

É isso aí. 27, com corpinho de 26.

Uma das minhas promessas de ano novo vai ser aprender francês. A outra vai ser terminar de decidir o que eu vou fazer da minha vida.

Nunca fui de fazer promessas de ano novo, mas parece que estou precisando. A lista vai ser grande.

Ah, anota aí: também vou fazer mais exercício físico!

Falta pouquinho pra eu ir pro Brasil!!!

Fim de semana com festas. Uma na sexta, despedida de uma israelense que vai passar 8 meses entre Brasil e Argentina. Mas pra mim nao foi despedida, eu vou encontrar com ela em Buenos Aires. No sabado, despedida de uma amiga espanhola, galega, que eu nao sei quando vou ver de novo… Domingo, a visita de um amigo que por si so’ ja’ e’ uma festa…

E hoje uma prova. Acho que fui bem. Noticias depois…

40 anos de namoro!!!
Parabéns, Pai & Mãe!

Clima é tudo.

Tem coisa que a gente passa a vida inteira tentando explicar e não consegue. Clima, por exemplo. No sentido de ambiente. Dito assim parece uma coisa esotérica, mas não é, é quase palpável. A casa da avó tinha um clima só dela, irrepetível. A Moradia tinha outro, idem. Apartamentos velhos no Flamengo ou nas Laranjeiras são fábricas de clima, principalmente em tardes de verão. Árvore do lado de fora, barulho na rua: tudo contribui. Se da janela se vê o Corcovado, melhor ainda.
Depois tem as gentes. E tem festas e festas. Tem aquela em que todo mundo tá te esperando. Tem as em que você chega como convidado do convidado, era pra ter 12 pessoas e tem 40. Não é festa estranha com gente esquisita, mas se fosse tudo bem. É festa com liga. O ambiente, o toque, a música, familiaridade.
Pode ser que eu não tenha dormido e que esteja difícil escrever assim, digamos, por motivos externos (motivos externos querendo que eu vá dormir, diga-se a verdade). Mas essa lua e esse conhaque me deixam com uma baita saudade de um par de climas. Que eu não consigo explicar.

A gente não quer só dinheiro
a gente quer dinheiro e felicidade
A gente não quer só dinheiro
A gente quer inteiro
e não pela metade.