Little trooper is going crazy.
Mas não se preocupem. Devem ser os sete anos do sábio chinês.
LET us twain walk aside from the rest;
Now we are together privately, do you discard ceremony,
Come! vouchsafe to me what has yet been vouchsafed to none?Tell me the whole story,
Tell me what you would not tell your brother, wife, husband, or physician.
STRANGER! if you, passing, meet me, and desire to speak to me, why should you not speak to me?
And why should I not speak to you?
That Lucky Old Sun
Up in the mornin’
Out on the job
Work like the devil for my pay
But that lucky old sun got nothin’ to do
But roll around heaven all day.
Fuss with my woman, toil for my kids
Sweat till I’m wrinkled and gray
While that lucky old sun got nothin’ to do
But roll around heaven all day
Dear Lord above, can’t you know I’m pining, tears all in my eyes
Send down that cloud with a silver lining, lift me to Paradise
Show me that river, take me across
Wash all my troubles away
Like that lucky old sun, give me nothing to do
But roll around heaven all day
Send down that cloud with a silver lining, lift me to Paradise
Show me that river, take me across
Wash all my troubles away
Like that lucky old sun, give me nothing to do
But roll around heaven all day
Caminhando ainda
Este link da pessoinha andando é velho, mas ainda bate um bolão. Muito legal.
Das coisas surreais
Fui a um bar cujo dono é egípcio e que serve comida indiana. Enquanto fumava hookah, a tevê árabe mostrava uma moça sorridente tocando um xilofone gigante. A música era Tico-tico no fubá.
O que eu estava fumando não era alucinógeno, esta piada é fácil, façam outra.
You will hardly know who I am, or what I mean;
But I shall be good health to you nevertheless,
And filter and fibre your blood.
Failing to fetch me at first, keep encouraged;
Missing me one place, search another;
I stop somewhere, waiting for you.
(Mais Whitman, desta vez em Song of Myself)
Quando em Roma…
Tenho um par de amigos canadenses e não entendia esse negócio de hóquei. Vi na tv em um bar uma vez, e acostumada com futebol que sou, mal conseguia ver a pastilhinha, que dirá entender o jogo. Sábado foi o jogo 6 da final do campeonato, isso mesmo, a final não tem só ida e volta, tem SETE jogos, e eu cismei de assistir na tv. Lógico que só consegui ver o primeiro pedaço, mas quase morri de rir. Muito comercial, todos os caras são barbudos (porque é tradição não se barbear quando seu time se classifica para a final, à la Tande), uns caras são velhos para o padrão de outros esportes (40 anos, 22 de carreira), tem um brasileiro na liga. Mas o que me impressionou, mesmo, foi que o que chamam de violência me pareceu ter um caráter extremamente homoerótico: eles vêm patinando a toda e dão encontrões homéricos, chapando o oponente na parede de acrílico. Digam que não lembra a célebre frase “me joga na parede e me chama de lagartixa”??? Se der, assisto a final, a última mesmo, hoje na casa do Alex.
De um desses cds que eu compro e não ouço e depois cismo. Foi assim com vários, de Charly a Sosa, de Equale a U2. Acontece com roupa também. Vai entender. I gotta do something about where we’re goin’.